Varejo ampliado deve ter queda de 4,89% no último trimestre, estima Ibevar

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André Ítalo Rocha

22 de outubro de 2020 | 05h10

Consumidores fazem compra em atacarejo. Crédito da foto: Ari Ferreira / Estadão

Os três últimos meses do ano, conhecidos tradicionalmente pelo aquecimento do consumo, devem frustrar os varejistas que contam com uma retomada das vendas impulsionada pela reabertura da economia. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo (Ibevar) aponta que o quarto trimestre deve ter uma queda real de 4,89% no varejo ampliado em relação ao trimestre anterior, em cálculo dessazonalizado. Um recuo maior, de 9,35%, é esperado em comparação ao último trimestre de 2019.

Motivos. As principais razões apontadas pelo Ibevar para as previsões são o aumento do desemprego durante a crise causada pela pandemia, a queda da massa real de pagamentos e as incertezas quanto ao futuro da economia. No entanto, o presidente do instituto, Claudio Felisoni de Angelo, pondera que há registro de aumento em alguns setores e destaca também que as projeções já foram piores. A estimativa atual para o ano todo é de queda de 5,9%, enquanto a anterior era de baixa de 9%.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 07/10/2020 às 16:19
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Fonte: Estadão

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