SindiQuímica-NI participa ato unificado na Central do Brasil

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Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu (SindiQuímica-NI), Força Sindical, CUT, CTB, CGTB e demais movimentos, com apoio do MST, realizaram no último dia 30 de agosto, na Central do Brasil, ato unificado em apoio à Pauta Trabalhista, que agora inclui a retirada do PL 4330 da pauta do Congresso Nacional.

O protesto, que reuniu diversas categorias, como metalúrgicos, químicos, construção civil, saneamento, frentistas, garis, enfermeiros, jornalistas, funcionários do INCA, Correios, petroleiros, bancários, manicures, entre outros, fez parte do Dia Nacional de Manifestação e Luta, convocado pelas centrais sindicais em nível nacional.

Para o presidente do SindiQuímica-NI, Sandoval Marques, a mobilização demonstrou a força das categorias. “Fizemos um protesto pacífico e isso não poderia ser diferente, pois somos trabalhadores. Movemos este país com o nosso suor, por isso, nada mais justo do que reivindicarmos melhorias e lutar para que medidas como a terceirização não sejam implementadas, pois muitos trabalhadores serão prejudicados”, disse ele.

O vice-presidente da Força Sindical no Rio, Marco Antônio Lagos, o Marquinho da Força, anunciou a próxima manifestação. “O movimento sindical se prepara para ir a Brasília, no dia 3, para acompanhar a votação do projeto de lei na CCJ da Câmara dos Deputados. Vamos acampar em frente ao Congresso, para procurar cada um dos deputados e lhes entregar uma carta contrária à proposição”, afirmou.

Além do PL 4330, o ato unificado na Central do Brasil defendeu os demais pontos da Pauta Trabalhista, como o fim do fator previdenciário, redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários, 10% do PIB para educação pública, 10º do orçamento da União para a saúde pública, transporte público de qualidade, valorização das aposentadorias, fim dos leilões do petróleo e reforma agrária.

O presidente do Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis e também vice-presidente da Força RJ, Eusébio Neto, chamou a atenção para a importância da conscientização dos trabalhadores contra a terceirização da mão de obra. “Somos nós, trabalhadores, que construímos a riqueza desse país e não podemos ser escravizados. O movimento sindical sempre esteve nas lutas que ajudaram a construir a CLT e não pode deixar que essas conquistas sejam rasgadas. O povo brasileiro tem que avançar e não regredir”, afirmou.

IMG_9659XJá o secretário de Imprensa da Força Marcelo Peres, destacou que “o PL 4330 extermina o trabalhador legalizado e o vínculo empregatício nesse país. A terceirização precariza as relações de trabalho. Não há equipamentos de segurança individuais ou coletivos, o que acaba por aumentar o custo da Previdência Social. Como o governo pode estar favorável a um projeto de lei que aumenta o custo do governo e diminui o dos empresários? Porque esse PL interessa ao capital, não aos trabalhadores”, completou.

Presidente do Sindicato da Construção Civil do Rio e vice-presidente da Força RJ, Carlos Antônio Figueiredo de Souza, defendeu mais moralidade na política, referindo-se à manutenção do mandato do deputado Natan Donadon pela Câmara dos Deputados, após condenação pelo STF. “O trabalhador quer mais respeito, mais moradia, investimento em saúde e educação, transporte, lazer, cultura, o fim dos leilões do petróleo, mas não pode admitir a aprovação do PL 4330. Nós da Construção Civil vivemos as consequências dessa erva daninha, que é a terceirização, na pele: 90% dos canteiros de obra são de empresas terceirizadas que prestam serviço para grandes empresas. Isso fragiliza o trabalhador”, concluiu Carlos Antônio.

Com informações da Força Sindical RJ

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Fotos: Newton Bastos

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