Semana mais curta, mas não menos intensa no Congresso

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congresso-nacionalSemana curta, mas com agenda intensa no Congresso Nacional. Verifique abaixo a programação da semana:

Quinta-feira (24)

– Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara discute a desindustrialização na Indústria Nacional de Vestuário com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; o superintendente regional da Receita Federal do Brasil da 1ª Região Fiscal, José Oleskovicz; o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes) e representante da Confederação Nacional da Indústria, Marcos Guerra.

– Comissões de Educação e de Cultura da Câmara dos Deputados realizam debate sobre os reflexos do golpe de 1964 na educação brasileira. Foram convidados para o debate o sociólogo e cientista político Emir Sader; o sociólogo Sadi Dal Rosso, da Universidade de Brasília; o presidente do PCdoB, Renato Rabelo; o presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; e o representante da Ordem dos Advogados do Brasil (RN), Marcos Guerra. No Plenário 10 da Câmara, às 9h.

– Guaranis de São Paulo organizam manifestação em frente ao Masp e que prossegue em marcha pela avenida Paulista, a partir das 17h. Os indígenas querem a demarcação de seus territórios.

– STF analisa denúncia contra o ex-presidente Collor de Melo, recebida em primeira instância do Judiciário no ano de 2000, portanto, já após o impeachment. As denúncias correram separadamente ao processo anterior ao impeachment, pelo qual Collor foi inocentado por falta de provas. Dessa vez, o processo chegou ao STF em 2007.

 Sexta-feira (25)

– Ex-presidente Lula participa, em Portugal, de cerimônia em memória dos 40 anos da Revolução dos Cravos.

 – Banco Central divulga Investimento Estrangeiro Direto (IED) em março.

 – Há 30 anos (1984), o Congresso rejeitava a proposta de emenda à Constituição (PEC), de iniciativa do deputado Dante de Oliveira (PMDB-MT), que reinstituiria a eleição direta para presidente da República. A proposta mobilizou o movimento das Diretas Já, mas, na Câmara, não conseguiu os 320 votos necessários para a sua aprovação. Na contagem final, 298 deputados votaram a favor. A emenda foi derrotada pelos 65 que votaram contra, os 112 ausentes e os três se abstiveram.

Fonte: DIAP

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