Produção industrial cai em 11 dos 14 locais pesquisados em junho

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industriaAmazonas, Paraná, Pernambuco e Ceará registraram as quedas mais fortes; em São Paulo, principal parque industrial do País, resultado ficou negativo em 1,0%

A produção industrial brasileira caiu em 11 dos 14 locais pesquisados em junho ante maio, segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira, 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em São Paulo, principal parque industrial do País, a queda foi de 1,0%. No mês, os recuos mais acentuados foram registrados no Amazonas (-9,3%), Paraná (-7,5%), Pernambuco (-7,4%) e Ceará (-5,4%). Em Amazonas, a perda acumulada em quatro meses seguidos de queda na produção chegou a 19,2%. No Paraná, o resultado negativo reverteu o avanço de 0,7% verificado no mês anterior. Em Pernambuco, a indústria acumulou um recuo de 8,9% entre os meses de abril e junho. Já o Ceará interrompeu dois meses consecutivos de crescimento na produção, período em que acumulou expansão de 0,8%.

As demais taxas negativas foram verificadas na Região Nordeste (-4,4%), Santa Catarina (-4,0%), Rio Grande do Sul (-2,3%), Pará (-2,0%), Minas Gerais (-1,7%) e Bahia (-1,1%). No período, a média nacional da indústria foi de queda de 1,4% em junho ante maio. Na direção oposta, houve avanço mensal nas indústrias do Rio de Janeiro (5,4%), Espírito Santo (3,5%) e Goiás (0,4%).

Queda anual. O País registrou queda de 6,9% na indústria, em junho ante junho do ano passado. Nessa base de comparação, a produção industrial encolheu em 12 dos 15 locais pesquisados em junho deste ano.

Houve recuo no Amazonas (-16,1%), Paraná (-14,0%), Bahia (-12,1%), Rio Grande do Sul (-11,9%), Região Nordeste (-8,3%), Santa Catarina (-7,5%), Pernambuco (-7,3%), Mato Grosso (-7,1%), Ceará (-6,7%), São Paulo (-6,5%), Minas Gerais (-6,1%) e Rio de Janeiro (-2,1%). No mesmo período, a média da produção industrial nacional ficou em -6,9%.

Na direção oposta, houve expansão no Pará (6,7%), puxado pelo setor extrativo (minérios de ferro em bruto), além de Espírito Santo (4,1%) e Goiás (3,3%).

 Fonte: Daniela Amorim- Agência Estado

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