Presidente do Senado recebe reivindicações de centrais sindicais

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texto_renan_w300_h169Na manhã desta terça-feira (9/7), o presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, se reuniu com os representantes das centrais sindicais, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – DIEESE e do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – DIAP para tratar dos vetos presidenciais que fazem parte da pauta dos trabalhadores, aproveitando o momento atual para avançar nas questões mais generalizadas sobre o mundo do trabalho. “Devemos centralizar no assunto que trate do fator previdenciário, reajuste aos aposentados e pensionistas e a Emenda 29, sobre os recursos voltados à saúde, e com isso contemplar todas as categorias e pressionar na luta por um resultado efetivo”, enfatizou José Calixto.

A reunião ocorreu na Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI, sendo um encontro preliminar, juntamente com o que houve na presidência do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, com o senador e também presidente do PMDB nacional, Valdir Raupp, incluíndo a participação do presidente da Nova Central do Rio de Janeiro, Sebastião José da Silva. “Irei encaminhar ao presidente do Senado, a pauta das reivindicações e os vetos de interesse da classe trabalhadora. Esta reunião preparatória serviu para encaminhar a agenda das centrais sindicais e possibilitar maior esclarecimento ao partido que tem compromisso institucional com os trabalhadores”, sinalizou o senador Valdir Raupp.

No final da tarde, o presidente do senado, Renan Calheiros, recebeu as centrais sindicais e uma pauta contendo várias reivindicações. Renan anunciou que estaria agendada para quarta-feira (11/7) uma reunião com as lideranças do Senado e da Câmara dos Deputados, em que será discutido um critério para priorizar a apreciação dos vetos.

O encontro foi na sala de audiências da presidência do senado acompanhado pelo senador Paulo Paim, com o objetivo de pedir principalmente a derrubada do veto ao fim do fator previdenciário, com a possibilidade de abrir um canal de negociação com o governo.

Haverá ainda uma reunião das centrais sindicais na próxima sexta-feira (12/7), que dependendo da sinalização do governo, poderá ser convocada uma greve geral, para cobrar do governo mudanças na política econômica, avanços na política salarial para aposentados e redução da jornada de trabalho.

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