Novo campus do Uezo começa a ganhar forma no segundo semestre

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CAMPUSUEZOO novo campus do Uezo (Centro Universitário Estadual da Zona Oeste) começa a ganhar forma no segundo semestre e, a partir de meados de 2014, inicia a formação de cerca de seis mil tecnólogos para atender ao crescente mercado industrial da região. A primeira parcela da verba para as obras, no valor de R$ 10 milhões, já foi disponibilizada pela Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio), financiadora do projeto de modernização da instituição.

Localizado no Complexo Industrial de Campo Grande, o terreno do campus será preparado para receber o principal prédio da universidade, o bloco da graduação. Está incluída a construção de salas e laboratórios. As intervenções devem durar 18 meses. No total, serão investidos R$ 80 milhões no novo espaço do Uezo, que funciona desde 2005 em instalações do Instituto Sara Kubitschek, no mesmo bairro.

A segunda etapa do projeto do centro universitário, desenvolvido pelo arquiteto Paulo Casé, terá 80 mil metros quadrados de obras, sendo 26 mil metros de prédios, e o restante de urbanização do terreno, cedido pela Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio).

– Daremos um salto de qualidade nos dez cursos de graduação tecnológica e plena da instituição. A Uezo receberá ainda o laboratório de pesquisa da Marinha – afirmou o reitor da universidade, Alex Sirqueira.

Sede mais moderna para docentes e alunos

Os projetos inovadores criados por professores e estudantes ganharão reforço com a inauguração da nova sede da universidade estadual, segundo o professor de Neurociências, Gláucio Diré Feliciano. Com a estrutura laboratorial do campus, o corpo docente e os alunos terão acesso a equipamentos mais modernos.

– Vamos contar com uma infraestrutura mais apropriada para a realização de pesquisas – explicou o professor.

Estudante de Farmácia, Juliana Esch acredita que a nova sede trará mais reconhecimento à instituição, além de garantir mais parcerias com empresas da região.

– Estaremos em uma área de indústrias e isso irá encurtar o nosso caminho até o mercado de trabalho. O campus também dará uma identidade à universidade – disse a jovem.

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