IMBEL realiza entra em greve por tempo indeterminado e Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu participa da paralisação

DIAP lança nova cartilha “Eleições Gerais 2014: orientação a candidatos e eleitores”
Confira o artigo do presidente do SindiQuímica-NI, Sandoval Marques, sobre o desafio para diminuir a alta rotatividade nas empresas

10152678_682602491799845_6777263695880320035_nO presidente do Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu (SindiQuímica-NI), Sandoval Marques, e seus diretores, o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Ramo Químico, Farmacêutico e Materiais Plástico do Estado do Rio de Janeiro (Ferquimfar), Isaac Wallace, e representantes da Força Sindical se uniram aos trabalhadores e participam da paralisação da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) nesta segunda-feira (14/4).

No último dia 9 de abril, os trabalhadores decidiram em assembleia, por unanimidade, paralisar a IMBEL desde às 5h da manhã, horário de entrada do 1º turno.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Produtos Químicos, Farmacêuticos, Explosivos, Materiais Plásticos, Conexos e Similares de Magé, Sérgio Passareli, a greve ocorrerá até que empresa apresente uma melhor contraproposta para o Acordo Coletivo 2014/2015.

imbelEm Magé, o movimento tem apoio da Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Rio de Janeiro e da Força Sindical RJ. “Reivindicamos 10% de aumento e a empresa só quer dar o IPCA, de 5,68%. Pedimos R$ 3 mil de PLR e eles ofereceram R$ 500,00. Não temos como aceitar isso”, afirmou Sérgio Passareli.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu, Sandoval Marques, o apoio das instituições é fundamental para fortalecer o movimento. “A empresa precisa entender que os trabalhadores não estão sozinhos e várias entidades apoiam a causa deles, por isso, estamos aqui hoje. Nosso sindicato está presente sempre que precisarem de nós”, afirmou.

A IMBEL tem cinco unidades de produção no país – a sede, em Piquete, São Paulo; duas em Minas Gerais, em Itajubá e Juiz de Fora; e duas no Rio de Janeiro, em Magé e no Caju, próximo ao Centro do Rio. As fábricas reúnem trabalhadores metalúrgicos e químicos e todas as unidades entrarão em greve a partir do dia 14.

Fonte: Com informações da Assessoria de Imprensa da Força Sindical RJ

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sindicalize-se
Falar pelo WhatsApp
Enviar via WhatsApp