I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente

Conheça os seus direitos
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O presidente do Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu, Sandoval Marques, participou da Oficina de Preparação dos Trabalhadores na I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente (CNETD), neste último dia 31 de julho, no Hotel Excelsior, no centro de São Paulo.

 O objetivo do encontro era debater a proposta elaborada por trabalhadores, empresários e governo, que será apresentada durante a I CNETD. “Nossa meta é chegar à Conferência com um documento único, mas que atenda às necessidades de todos”, disse Sandoval.

Centenas de representantes das centrais sindicais – Força Sindical, CTB, CGTB, CUT, NCST – compareceram ao evento. Segundo a secretária Nacional de Direitos Humanos, Ruth Coelho, a oficina visa também fortalecer a classe trabalhadora para os debates que acontecerão durante a Conferência para que seja possível garantir os direitos dos trabalhadores. “Devemos elaborar uma Agenda do Trabalho Decente para que sejam construídas condições de trabalho e de vida dignas, para acabarmos com o trabalho escravo e minimizarmos os problemas do mundo do trabalho. A Conferência é o início da luta pelo avanço da força de trabalho nesse país e precisamos estar fortes nesse momento”, afirmou ela.

Ubiraci Dantas, presidente da CGTB, enfatizou que o trabalho vem sendo realizado há muito tempo e que vai culminar com a Conferência. “Nesse momento é muito importante debatermos esse tema já que no mundo inteiro existe uma política por parte dos governos de retirar direitos dos trabalhadores. Wagner Gomes, presidente da CTB, alertou quanto à responsabilidade do movimento sindical nesse debate. “Precisamos neste momento unificar a nossa luta para sairmos vitoriosos desse debate”.

Já Quintino Severo, secretário de Finanças da CUT, lembrou que está é uma das mais importantes Conferências que vai acontecer nos próximos anos para o movimento sindical. “A bancada dos trabalhadores precisa estar fortalecida para que possamos sair da Conferência coma ampliação de diretos para os trabalhadores e não retroceder”.

Moacyr Roberto Tesch, vice-presidente da NCST, alertou quanto à necessidade de nesse momento prevalecer a unidade de ação do movimento sindical. “Temos experiências bem sucedidas da unidade de ação da classe trabalhadora na luta por nossos direitos e só assim iremos sair vitoriosos desta Conferência”, concluiu.

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