Economia brasileira cresceu 1,29% em janeiro, segundo o Banco Central

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economicaO Índice de Atividade Econômica do Banco Central-Brasil (IBC-Br) mostrou que a economia do país cresceu 1,29% em janeiro ante dezembro, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira. No mês de dezembro, a expansão registrada fora de 0,26%, o que indica que houve uma aceleração do crescimento. No ano de 2012, a expansão da economia foi de 1,35%, segundo o índice, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país), calculado pelo IBGE. Em 12 meses, o avanço registrado é de 0,70%.

Segundo o IBGE, em 2012, a economia brasileira cresceu apenas 0,9%, o pior resultado desde 2009. Em 2011, o PIB havia avançado 2,7%. Na comparação trimestral, de setembro a dezembro, houve uma alta de 0,6% frente aos três meses anteriores. Apesar do baixo crescimento, a inflação mostra-se “resistente”, como reconheceu o presidente da instituição, Alexandre Tombini, e o Comitê de Política Monetária (Copom) na ata de sua 173ª reunião, divulgada na quinta-feira. No documento, os diretores do BC pediram “cautela” na condução da política monetária e alertaram que a alta de preços pode não ser um fenômeno temporário. Na semana passada, o Banco Central manteve a taxa básica Selic em 7,25%.

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária. O índice do BC conta, entretanto, com uma metodologia diferente da usada pelo IBGE, o que pode gerar disparidades. Por causa da defasagem de três meses na divulgação dos dados oficiais pela instituição, o Banco Central leva em conta o IBC-Br para traçar os rumos da política de juros do país.

Na pesquisa semanal Focus, realizada pelo BC, os analistas ouvidos elevaram a projeção para a taxa de juros básica da economia para 8% neste ano. A mudança veio após 16 semanas seguidas sem mudanças nas estimativas, porque o BC retirou do comunicado da reunião do Copom a indicação de que a taxa ficaria em níveis baixos por um período “suficientemente prolongado”, o que foi recebido como prenúncio de que o patamar poderia ser alterado. Sobre a economia, a projeção foi de crescimento de 3,1% em 2013, ante 3,09% previsto anteriormente; e, para 2014, de 3,50%, frente aos 3,65% de antes. A aposta para a inflação continuou em 5,50%.

Fonte: O Globo

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