Dieese apresenta balanço sobre o mercado de trabalho da categoria comerciária

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dieeseCom o objetivo de subsidiar os dirigentes sindicais, a Rede Comerciários do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) elaborou um breve balanço do setor em 2012, com informações sobre o desempenho das vendas e dados sobre o mercado de trabalho da categoria comerciária. Veja abaixo os principais destaques e confira a íntegra no site do DIEESE.

Vendas – Foi bom o desempenho das vendas entre janeiro e dezembro de 2012, diante de igual período do ano anterior. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC-IBGE), o setor vendeu, em 2012, 8,4% a mais do que em 2011.

Empregos – O mercado de trabalho no comércio em 2012 manteve a trajetória do período recente, com saldos positivos de emprego formal. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, incluindo as declarações entregues fora do prazo, a geração de empregos com carteira assinada no setor ultrapassou 383 mil postos, representando 29,1% do saldo total de vagas em 2012.

Rotatividade – Apesar de o saldo de empregos no ano ter sido positivo, observa-se que a movimentação entre admitidos e desligados foi intensa, com impactos dos mais diversos para o trabalhador, entre eles, a redução salarial, em termos reais. Destaca-se que o saldo de 383 mil empregos, em 2012, foi resultado de 5.156.364 admissões e 4.772.938 desligamentos no setor.

Rendimentos – Em 2012, o salário médio dos admitidos no comércio cresceu (nominalmente) 10,6%, passando de R$ 797,84, em 2011, para R$ 882,43. Descontada a inflação do período, o aumento real foi de 4,93%, reflexo do mercado de trabalho aquecido, das negociações dos pisos salariais e da política de valorização do salário mínimo. No entanto, devido à elevada rotatividade do setor, os admitidos têm recebido, em média, 93,9% do salário dos desligados (R$ 939,42). Houve um ligeiro recuo nessa diferença em relação a 2011, quando o salário de admissão correspondia a 93% do rendimento do comerciário desligado.

www.dieese.org.br

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