Centrais vão à CNBB debater resistência à Reforma da Previdência

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O sindicalismo acumula forças e amplia alianças para enfrentar a PEC da reforma da Previdência. As direções das Centrais e de Sindicatos mais presentes na linha de frente do dia 22 fazem balanço positivo da Jornada Nacional naquela data. E cuidam de caminhar adiante.
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Miguel Torres, líder metalúrgico de São Paulo e presidente da Força Sindical, afirma: “O dia 22 superou as expectativas. O ato foi nacional, agregou diferentes categorias e concentrou o combate na reforma da Previdência, que é a grande preocupação dos trabalhadores”.

Mas cabe ampliar o arco de aliados. Miguel adianta que já existem tratativas com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e reunião agendada com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Será sexta (29), em Brasília. “Vão as Centrais. Acho que uns 15 dirigentes”, ele adianta.

Miguel Torres vê similaridades entre a Campanha da Fraternidade deste ano e o tema da Seguridade Social. Dia 6, a CNBB abriu oficialmente a campanha, cujo tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça”.

Balanço – As Centrais Sindicais devem divulgar balanço, com números sobre o protesto do dia 22 e locais onde ocorreram

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